C. S. Lewis, O peso da glória (Rio de Janeiro, 2017)

C. S. LEWIS, O Peso da Glória, tradução de Estevan F. Kirschner, , Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017, 186 pg.

Lewis dispensa apresentação. Sem dúvida alguma um dos grandes intelectuais do século XX, professor de Literatura Inglesa na Universidade de Oxford e, posteriormente, de Inglês Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge, autor de mais de 30 livros. Em “O peso da glória” nos encontramos com pequenos ensaios do autor e bem variados, no qual o autor trata sobre guerra, paz, teologia, perdão, amizade etc.

“Você poderá encontrar um fanático da “sobriedade” que reivindica ter uma intuição inquestionável de que todo tipo de bebida é proibido, mas na realidade ele não pode reivindicar nada disso, pois a intuição real é que saúde e harmonia são coisas boas. Então, existe a generalização dos fatos de que a embriaguez produz doença e brigas, e talvez, se o fanático for também cristão, insere-se a voz da Autoridade que diz que o corpo é o templo do Espírito Santo. Depois vem a concluir de que tudo que pode ser sempre abusado é melhor que não seja usado de forma alguma – uma conclusão eminentemente discutível. Finalmente, existe o processo a partir do qual associações anteriores, arrogância e coisas semelhantes fazem da conclusão improvável algo que a pessoa julga inquestionável, pois não deseja discutir a respeito” (pg. 72-73)

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