F, sobre o encontro do Papa com os bispos sobre os abusos perpetrados por clérigos

Nestes dias de 21 a 24 de fevereiro (2019), o Santo Padre, o Papa Francisco está em reunião com os bispos das Conferências Episcopais do Mundo, sobre a proteção dos menores por causa dos abusos sexuais perpetrados por alguns clérigos católicos. Queria dar aqui duas visões sobre o assunto, a primeira é o texto abaixo; a segunda, o áudio, que você poderá escutar também. Se no texto me dirijo a todos; no áudio, penso especialmente nos católicos.

Longe de mim afirmar que todo homossexual é pedófilo, mas o fato é que, na Igreja Católica, os casos de pedofilia, em sua avassaladora maioria se deram entre pessoas do mesmo sexo. Quem tem olhos na cara pode tirar suas próprias conclusões.

Longe de mim afirmar que todo homossexual é pedófilo, mas o fato é que o descontrole na sexualidade sempre chama a novas experiências, já que a libido não se contenta com um prazer alcançado, mas sempre vai em busca de novas aventuras. E isso é fácil comprovar quando se atende a todo tipo de gente, digam-no especialmente os padres e os psicólogos pela experiência que tem em atender pessoas.

Longe de mim afirmar que os seminários estão cheios de homossexuais. Seria um exagero. Mas parece-me que depois do que está acontecendo em Roma – o Papa e os bispos preocupadíssimos com esses temas –, uma das primeiras perguntas que começaremos a fazer para os rapazes que queiram ingressar no seminário não será: “você tem vocação?”, mas “você gosta de mulher?” Se a resposta for positiva, será possível continuar o discernimento vocacional; se não, fora!

Longe de mim afirmar que nos seminários os vocacionados se tornam homossexuais, mas é fato que se existirem maçãs podres num cesto, as outras também poderão apodrecer. Normalmente aconselho aos rapazes que se receberem alguma cantada no seminário, dê um soco na cara de quem o cantou e imediatamente o denuncie ao reitor. Creio que isso é sensato!

Longe de mim defender a homofobia, pois, de fato, quem me conhece sabe que sou capaz de atender um gay com a maior caridade possível e, no final, abraçá-lo em Cristo, com carinho de pai e de pastor. Sou capaz de andar junto com ele para conduzi-lo ao Céu, porém somente para o Céu onde está o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

Pe. Françoá Costa

Anápolis – GO, 22/02/2019

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