F, Agora o que eles chamam de homofobia é crime

“Todo preconceito é violência. Toda discriminação é causa de sofrimento, mas aprendi que alguns preconceitos causam mais sofrimentos que outros, porque alguns são feridas curtidas já em casa, na qual a discriminação castiga a pessoa desde o seu lar, afasta pai de filho, irmãos, amigos, pela só circunstância de tentar viver o que se tem como sua essência e que não cumpre o figurino sócio-político determinante e determinado”, afirmou a ministra Carmen Lúcia nesta quinta-feria, 13 de junho de 2019, ao aprovar, juntamente com outros 7 ministros que a homofobia é um crime semelhante ao racismo.

Na sua maneira de se expressar, Carmen Lúcia diz que ser homossexual é algo que está na essência da pessoa que o é; para ela, se nasce homossexual. Para ela, homossexualidade está do lado da essência, do que a pessoa é; por outro lado, ser homem ou mulher não passa – segundo as palavras da Ministra – de um “figurino sócio-político determinante e determinado”. Que coisa tão espantosa!

A isso chamamos perversão, isto é, colocar as coisas “de pernas para o ar”, de tal maneira que o bem seja mal e o mal seja bem. Mas ela não foi a única pessoa poderosa do STF a seguir essa perversão, também os ministros Celso de Mello, Luis Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux e Gilmar Mendes.

Apenas Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli entenderam que uma coisa é ser discriminado por ser negro e outra coisa por ser gay. Pessoal, as pessoas nascem negras, loiras, brancas, amarelas etc.; mas as pessoas não nascem gays, nascem homem do sexo masculino ou mulher do sexo feminino. Pode até existir certa predisposição genética a transtornar a sexualidade humana de acordo com circunstâncias futuras, mas, definitivamente, ser gay ou não sê-lo vai depender 99% da liberdade pessoal de cada um.

Daqui a pouco, o Brasil já não precisará contratar bobos da Corte!

Pe. Françoá Costa

14/06/2019

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