G. K. Chsterton, São Francisco de Assis

G. K. Chesterton, São Francisco de Assis, São Paulo: Ecclesiae, 2014, 135 p. 

Algumas frases desse livro que podem chamar a sua atenção para começar a leitura desta obra maravilhosa, uma vida de São Francisco sem fantasias e com grande sentido sobrenatural: 

“Os homens não chegam a acreditar, por isso que não se dispõem a ampliar a sua mentalidade” (p. 20).

Parafraseando Chesterton, se pode dizer que os defensores da liberdade absoluta entendem que basta ao homem seguir o seu próprio nariz, contanto que o nariz a ser seguido seja o daquele que pensa desta maneira (cf. p. 22).

“No momento em que o sexo deixa de ser escravo, torna-se tirano. Há qualquer coisa perigosa e desproporcionada no lugar que ocupa na natureza humana, seja qual for a razão; e realmente carece de purificação especial e dedicação. As afirmações modernas sobre o sexo ser livre como qualquer outro sentido, sobre o corpo ser belo como qualquer árvore ou flor, são ou uma descrição do Jardim do Édem ou uma teoria de péssima psicologia de que o mundo se fatigou dois mil anos atrás”(p. 24).

“O pior momento do ateu é sentir-se agradecido e não ter a quem agradecer” (p. 66)

“É o mais elevado e o mais santos de todos os paradoxos o homem que realmente sabe não poder pagar a sua dívida e que viverá eternamente pagando-a. Ele estará sempre retribuindo aquilo que não pode retribuir, nem ser considerado capaz de retribuir. Estará eternamente lançando coisas num abismo sem fundo, de agradecimentos incomensuráveis” (p. 68).

“Mesmo entre os santos ele tem o ar de uma espécie de excêntrico, se for lícito o uso da palavra para alguém cuja excentricidade consistia em sempre se voltar em direção ao centro” (p. 72).

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