Gregório Magno, Santo, Regra Pastoral

São Gregório Magno, Regra Pastoral. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010, 252 p.

 

“O governo das almas é a arte das artes” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 1. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010) – Sigo a numeração de S. Gregório nos capítulos. 

“Com frequência, porém, há uma correspondência entre a incompetência dos seus pastores e o que merecem os seus fiéis” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 1. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010, p. 36)

“Ninguém causa maior dano à Igreja do que aquele que, tendo um título e uma posição que comportam santidade, vive uma vida corrupta” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 2. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010, p. 38)

“Não é verdadeiramente humilde aquele que compreende que, por um desígnio divino, deve assumir o encargo de presidência e que, todavia, o despreza” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 6. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010, p. 46)

“Estas pessoas irreflexivas tomem consciência de quão grave é a sua culpa quando não temem, por ambição pessoal, ser postas como guias de outras se até mesmo os santos tiveram medo de assumir a condução dos povos, mesmo quando Deus lhe ordenava” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 7. Em Patrística, 28, São Paulo: Paulus, 2010, p. 47-48)

Assim termina São Gregório: “Eis, grande amigo, impelido pela necessidade de fazer minha própria crítica, apliquei-me a demonstrar o que deve ser um pastor; e eu, um mau pintor, delineei um belo retrato de homem; eu, que dirigindo os outros para as margens da perfeição, sou ainda jogado de lá e de cá pelos vagalhões do pecado. Mas, no naufrágio da vida, eu te peço, sustenta-me com a tábua da salvação e, como o meu peso me faz afundar, que a tua mão benfazeja me levante” (São Gregório Magno, Regra Pastoral, 65. Em Patrística, 13, São Paulo: Paulus, 2010, p. 252)

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